quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Picture yourself on a train in a station;
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
i'm here;
Quando precisamos de ajuda, olhamos para baixo e não encontramos nada alem da sujeira que nos prende no chão. Queremos subir, procurando no meio do céu alguma coisa que nos leve pra cima para voar como se fossemos leves como uma pena. A constante chuva e o frio paralisante nos impedem que sejamos suspensos por muito tempo, no entanto. É questão de ter paciência ou correr em círculos.
Eu não sei qual é a escolha certa a se fazer nesses momentos. O importante é não estar sozinho. É encontrar naqueles que o cercam o conforto de uma verdade, um sentimento profundo que não atrapalha, mas sim nos faz crescer de um modo que não precisamos de mais ninguém para ser feliz.
Estou me vendo num ponto crucial da minha vida. Não me sinto mais um adolescente, e nem um adulto. É aquela fase bem entre as duas, onde tudo acontece ao mesmo tempo e você não sabe o que fazer. Prefere fugir, prefere ficar e encarar o desespero, muitas vezes você nem pensa e acaba deixando as coisas acontecerem do jeito que tem de ser.
Você sente falta de algumas pessoas, mas sabe que elas não se foram. Que a historia teve de ter uma pausa, pois ela não estava acontecendo no seu devido momento. Isso dentro de uma historia que começou há muito tempo atrás e não tem data pra terminar. São coisas que te deixam confuso, e você continua cantando.
Continuo caminhando e seguindo a canção. Existem pessoas que estão dispostas a te ouvir e pensar em você e fazer você se sentir especial, único. Elas só aparecem quando você realmente precisa. Quando você realmente sente medo, e não vê alternativa a não ser sair correndo no escuro. Aproveite e rastele as ultimas folhas secas do chão.
If we could be, closer longer
That would help me, help me so much
We can cure each other’s sorrow
Won't you please, please, please get in touch?
sábado, 4 de junho de 2011
Por aí.
- Oh my God! Are you in England? Was she surprised?
- No, because she hasn’t come home yet. And she hasn’t been home all night! She’s obviously staying with that other guy, and I’m the stupid moron who spent the whole night outside her apartment!
- All right. When is the next flight out?
- About four hours.
- Okay, just stay there a couple more hours and if she doesn’t show up by then, then just come on home.
But it’s been too long, now I wanna come home.
domingo, 15 de maio de 2011
Watching The Wheels

Não deu, foi fraco demais, não vi emoção nenhuma. Enfim, nada de novo;
Não gosto de frio se não for pra ficar na cama dia todo. Ou pelo menos ter uma boa companhia que espante a sensação ‘‘gelada’’ que esse tempo trás. É um ótimo dia para lembrar-se daquela caixa com imagens e talvez tirar o atraso e fazer aqueles exercícios que você ficou enrolando a semana toda pra fazer. Ou qualquer coisa que deixe pra ultima hora.
Domingo não seria tão ruim se não viesse antes da segunda. É um ano novo toda semana, com promessas e desejos para tudo dar certo e, no fim, acabar sendo a mesma coisa. São raras as exceções e elas só aparecem com a vontade de mudança de cada um. Normalmente ninguém quer cutucar em ferida recente e sim criar outras tantas, novinhas. Isso vale para os erros, claro. Os acertos são diferentes, não precisa ficar pensando muito a respeito, você acertou e pronto. Não tem erro, não precisa ficar provando nada.
As mudanças são boas, especialmente quando elas vêm acompanhadas de novas ideias. Você se sente como se tivesse tirado um peso de suas costas e ter conquistado a doce liberdade de poder correr nu em qualquer lugar que não tenha ninguém pra te falar para colocar uma roupa. Isso não é uma boa idéia. Você vai precisar enxergar sozinho que roupas são importantes. Completam a gente.
Acho que vale a pena deixar o tempo passar, mas não pra curar qualquer metáfora que te deixou mal, e sim criar outras que te deixem melhor.
I forgot to remember to forget her,
I can't seem to get her off my mind.
I thought I'd never miss her,
but I've found out somehow
I think about her almost all the time.
Well the day she went away
I made myself I promise
that I'd soon forget we'd ever met.
But something sure is wrong
'cos I'm so blue and lonely:
I forgot to remember to forget.
Well the day she went away
I made myself I promise
that I'd soon forget we'd ever met.
But something sure is wrong
'cos I'm so blue and lonely:
I forgot to remember to forget.
(8)
sábado, 9 de abril de 2011
Eu não acredito.

Uma história sem fim que acaba em três meses. Pelo menos é isso que me disseram.
E eu me recuso a acreditar nisso. Tenho certeza de que não é verdade. Por mais que seja, é mentira.
Isso vai soar muito estranho, até porque eu não tenho o que falar. Esses últimos meses dizem tudo, por mais que eu não tenha vindo aqui escrever nada. Não era preciso, tudo estava indo bem. Ou pelo menos achei que estava.
Não acho que isso seja uma carta de despedida e nem que vá estragar mais as coisas. Se bem que eu acabei de desligar o telefone e posso ter estragado. Mas acredite, não queria que tivesse pensado assim.
É engraçado como existem tantas músicas que falam por você. Mas todos se recusam a ouvir. Não haveria motivos, portanto, para escrever aqui. Eu quero vomitar meus sentimentos ruins. Meus pensamentos ruins. Às vezes funciona, às vezes piora.
Eu quero viver a dois. Pensar a dois. Sentir a dois. Por mais que dois elementos de uma mistura não tenham a mesma densidade, isso não impede deles viverem em um mesmo recipiente. E não digo que somos diferentes, o momento é diferente.
Mas uma metáfora química não é a melhor opção pra esse momento, em particular. Eu não sei o que é melhor. Só sei que nada está certo.
Eu quero resolver as coisas. Nós podemos dar um jeito.
Mas sem frases de efeito. Três palavras bastam.

